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A arte da escrita juntamente com uma filosofia meio socrática meio terapêutica.
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EDITAL: A Metamorfose E A Arte.
Thiessa Woinbackk: Blogueira e Atriz
IG:@thiessita
Tudo antes de ser conhecido transpassa o desconhecido, e dessa maneira conseguimos nos conhecer e não apenas isso nos remodelar e a também a nossa própria realidade. Quando falamos desses processos dentro da arte isso pode realmente tomar magnitude e nos levar a lugares e espaços que antes eram só projetos ou sonhos, ou até mesmo em lugares que não esperaríamos alcançar, mas o mundo te mostra que é possível quando propomos a vivenciar o processo a fundo.
É possível essa metamorfose, ela é real, e aqueles pequenos delírios podem se tornar realidade em vários âmbitos da nossa vida seja, mental, emocional e também o campo profissional. Nos refinando cada vez mais dessa maneira realmente podemos ir muito além do esperado, e nos tornamos inspiração para outras pessoas que estão buscando processos parecidos com o nosso e isso acaba sendo muito válido.
O processo arte ele é multifacetado e ele tem uma trajetória a ser olhada e analisada, sempre lembrando que esse processo e tem a parte do desenvolvimentos e não apenas isso o processo tem fases, e ele sempre vai representar o momento da artista, mas também o que ela teve que desenvolver de si própria para se adequar e também sua arte ao processo, e quando aprendemos a vivenciar esses processos o decorrer pode ser maravilhoso.
Então nesse momento nossa arte nos representa e mostra a mudança que passamos a cada momento, até criamos registros, ou até mesmo ganhar prémios por nosso desempenho, e isso pode ser extremamente positivo, a metamorfose de nossas vidas perante o que nos desenvolvemos e criamos seria o melhor retorno que uma artista poderia ter.
Temos aqui conosco nesse espaço Thiessa Woinbackk para expressar melhor o seu ponto de vista dela sobre essas questões:
Morgana Garcia: 1) Como é para você ter a arte como um processo de transformação com uma carreira sólida e premiada que começou no YouTube e foi parar na área do cinema ?
Thiessa Woinbackk: Para mim, a arte sempre foi um processo de transformação profunda — primeiro interna, depois externa. Ela nasceu como uma forma de sobrevivência, de expressão e de verdade, muito antes de se tornar uma carreira sólida e reconhecida. Começar no YouTube foi um gesto quase intuitivo: era o espaço onde eu podia existir, criar, experimentar e me comunicar sem pedir permissão. Aos poucos, esse espaço foi se tornando um laboratório criativo, onde aprendi linguagem, narrativa, estética e, principalmente, a confiar na minha própria voz. O caminho até o cinema não foi algo planejado de forma linear, mas construído com muito trabalho, curiosidade e entrega ao processo artístico. O que torna tudo isso ainda mais incrível, para mim, é perceber que o fato de eu ser uma mulher trans não foi uma barreira que me impediu de chegar a esses lugares — pelo contrário, minha vivência atravessa e fortalece minha arte. Ela me deu sensibilidade, olhar crítico, profundidade e coragem. Ter uma carreira premiada, que saiu de uma plataforma digital e alcançou o cinema, me traz um sentimento enorme de realização, porque representa não só conquistas profissionais, mas também a validação de quem eu sou. Hoje, eu me sinto profundamente feliz e grata por tudo o que construí, sabendo que minha trajetória é prova de que a arte pode romper limites, ressignificar histórias e abrir caminhos que antes pareciam impossíveis.
Morgana Garcia: 2) O que para você a expressão do seu gênero tem com o que sua arte demonstra ?
Thiessa Woibanck: Para mim, a arte sempre foi um processo de transformação profunda — primeiro interna, depois externa. Ela nasceu como uma forma de sobrevivência, de expressão e de verdade, muito antes de se tornar uma carreira sólida e reconhecida. Começar no YouTube foi um gesto quase intuitivo: era o espaço onde eu podia existir, criar, experimentar e me comunicar sem pedir permissão. Aos poucos, esse espaço foi se tornando um laboratório criativo, onde aprendi linguagem, narrativa, estética e, principalmente, a confiar na minha própria voz. O caminho até o cinema não foi algo planejado de forma linear, mas construído com muito trabalho, curiosidade e entrega ao processo artístico. O que torna tudo isso ainda mais incrível, para mim, é perceber que o fato de eu ser uma mulher trans não foi uma barreira que me impediu de chegar a esses lugares — pelo contrário, minha vivência atravessa e fortalece minha arte. Ela me deu sensibilidade, olhar crítico, profundidade e coragem. Ter uma carreira premiada, que saiu de uma plataforma digital e alcançou o cinema, me traz um sentimento enorme de realização, porque representa não só conquistas profissionais, mas também a validação de quem eu sou. Hoje, eu me sinto profundamente feliz e grata por tudo o que construí, sabendo que minha trajetória é prova de que a arte pode romper limites, ressignificar histórias e abrir caminhos que antes pareciam impossíveis.
Morgana Garcia: 3) O que você diria para aquela menina que sonhava com tudo isso antes de conquistar ?
Thiessa Woinbackk : Eu diria para aquela menina que ela pode confiar no tempo e, principalmente, em si mesma. Que o caminho não vai ser fácil, que muitas vezes vai parecer solitário, confuso e até injusto, mas que nada disso vai invalidar quem ela é ou o que ela sente. Eu diria para ela não diminuir seus sonhos para caber no medo dos outros, nem silenciar a própria voz para ser aceita. Que existir, do jeito que ela existe, já é um ato de coragem, e que a arte será o lugar onde tudo isso vai encontrar sentido.
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