EDIÇÃO POR NEFASTO
Antes de tudo venho agradecer a edição feito pelo nosso queride amige demonstrando que a arte pode ocupar de pequenos a grandes espaços ou manifestos, e que sim como todos nós conseguimos nos posicionar somos todos corpos políticos e que temos desejos, intenções, vontades e limites que precisam ser posicionados, temos diversidades que devem ser consideradas quando estamos falando do âmbito social até mesmo levando para o nível de saúde pública, e que muitas coisas aconteceram até mesmo até chegarmos a esse ponto de discussão, e seja bem vinde a Coletânea Colorida (Link).
Não podemos esquecer que a sociedade ela tenta controlar corpos e principalmente quando se trata de corpos LGBT 's e que muitas vezes nos é negado um espaço de existência para que possamos nos desenvolver enquanto outros seres humanos, e infelizmente ás vezes não são todos os corpos que parecem atender a aprovações externas param podem vivenciar até mesmo a vida em sua plenitude.
Devemos entender que primeiramente o pajubá foi algo totalmente marginalizado e colocado como um dialeto de sobrevivência por corpos que foram colocados de lado em uma tentativa de sobreviver as demandas exteriores, e também processos como a colonização e a implantação da língua portuguesa vindo de uma língua latim ao mesmo tempo que bastante versátil em seu começo, se entende a necessidade de uma visão de uma linguagem social, e não realmente uma quebra do português, pois o mesmo quebrou língua nativas do nosso pais, e o mesmo entende que a língua pode sim sofrer variações dependendo da região e de quem se comunica, demonstrando até mesmo a sua força em persistir como a língua nativa brasileira, e tudo a partir disso se torna uma utopia.
A aqueles que integram a comunidade não binaria e trans, e dominam o pajubá significa que a vida em algum momento necessitou que você se comunicasse sem que todos te compreendessem, e que a comunicação estaria totalmente segura de pessoas externas, e talvez aí que se apresenta a problemática, eu penso que ninguém gosta de ficar a parte de algo, mas a vida ela parecesse segregar as pessoas a um ponto em que se pode criar uma nova comunidade e sim também um dialeto que sempre vai carregar um peso de marginalização e até mesmo insuficiência da contribuição social de um para com o outro, pois esse blog acredita em uma igualdade plena de corpos e existência.
E entendemos que muitas vezes corpos trans não transacionados sofrem uma mistificação e pressão muito grande, então unicamente devemos entender como nos encaixamos dentro dessas questões para que não sejamos tão agressivos com nós mesmos, pois a não binariedade ela trás discussões muitos importantes, sobre visão da sociedade sobre o corpo trans, e o que podemos fazer para minimante entender as pessoas nesse processo, antes que realmente estejamos passando por um processo de LGBTfobia, pois ainda sim perante situações embaraçosas ainda devemos ter essa compreensão com um mundo que já possuem seus privilégios, pois somos nós que estamos lutando pela a construção de um espação de mais compreensão e igualdade.
Dessa maneira levamos a frente a importância nessa manifesto para que ele possa ir para frente e agregar positivamente a nossa coletânea como um convite a todos/as/es para a sua desconstrução referente ao próximo, eu convido esse espaço Nefasto para nos contar um pouquinho melhor sobre seu ponto de vista o deu seu trabalho, e um pouco sobre a visão sobre seu gênero e espaço.
Convido todos vocês a esse momento e a continuar verificando todas as informações que esse blog ainda tem a produzir
Morgana: Você se considera uma pessoa agênero? Consegue nos explicar um pouco melhor ?
Nefasto: Sim, me considero agênero, desde criança sempre fui opositor a papéis de gênero e como eles formam uma sociedade patriarcal focada em homens héteros. Por isso assumi essa bandeira.
Morgana: Diga para nós fale mais sobre sua arte de edição? E sobre os pequenos textos visuais que você já publicou ? O que pretende fazer a partir disso ?
Nefasto: Eu comecei a fazer histórias de terror trash quando eu era bem pequeno, inspirado pelo filme do Chucky. As edições eu faço desde a pré adolescência. Me inspiro muito em vanguardas artísticas e anti-arte em ambos os casos e também em minhas músicas. Assim como meu gênero, minha arte é sobre não se conformar com a sua posição social.
Morgana :3. O que significa para você esse espaço?
Nefasto: Este espaço significa a mais pura expressão de minha arte, poder levar para mais pessoas que pensam como eu. Punks, pessoas transgênero, neurodivergentes e pessoas de religião de matriz africana. Todos são bem-vindos e convidados a ocupar este espaço.
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